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Entrevistas Revolucionnários - UOL Blog

Revista Jovem Pan #15

 

 

 

Champignon: “Chorão era como um pai. Agora eu fiquei órfão”.

Pq o CBJr original se separou? Finalmente, alguém da banda soltou o verbo: em entrevista exclusiva à Revista JP, O ex-baixista Champignon disse que “rolou sacanagem”. Ele insinua com a insistência que a ganância do cantor fes a “Família” romper.

Por Fernanda Paola Fotos Rogério Lacanna

A Grande ressaca que abalou a Praia de Santos semanas atrás deixou vestígios. Não no clima- fazia calor o mar estava calmo, Mas numa certa tarde, quem estava perturbado era Champignon, que dava sorrisos nervosos com a testa franzida de indignação.
Bastaram poucos minutos de papão para o ex-baixista do CBJr contasse à Revista JP sua versão sobre a separação da banda, anunciada em março e mantida sob mistério oficial (e muita boataria) até nesse momento em que Champignon fez algumas revelações (outras, talvez escabrosas, ele não escancarou em respeito a um acordo feito pelos ex-integrantes na separação).
“Foi uma puta sacanagem que rolou e eu nunca vou esquecer. Vai junto com o meu sepultamente”, começa Champignon.
Assim como o vocalista Chorão, o cara foi parte importante de uma sólida formação que durou 10 anos. Nos últimos tempos, se diante do publico os músicos pareciam irmãos, nos bastidores o CB era uma banda prestes a desmoronar.
O guitarrista Marcão e o baterista Pelado deram um tempo. Champignon fundou um novo grupo chamado revolucionnários, no qual canta e toca. E Chorão ficou com o nome CBJr, as músicas e o ibope.
“Eles [Chorão e a banda remodelada] estão aí tocando com nosso repertório. Mas quero ver o próximo trampo. Isso vai definir que é o quê”. Desafia Champignon


DESABAFO AO PÔR DO SOL


Para Champignon desabafar publicamente à Revista JP, houve quase 1 semana de negociação e convencimento. Depois de um primeiro contato, e data para a entrevista foi marcada dias depois.
Quando chegou a hora do papo, ainda houve alguns minutos de espera diante do prédio onde ele mora, na Ponta da Praia, em Santos. Finalmente, Champignon desceu. Ele, os membros da sua nova banda e o empresário José Cintra foram com nossa reportagem até o píer para tirar as fotos. E conversar muito, enquanto o sol se escondia. Magoado e ressentido, Champignon contou o que aconteceu entre ele e Chorão, depois de uma década de convivência.

-Qual foi o motivo do final do CBJr?
Divergências musicais não foram. Senão, a gente não teria feito 7 cds juntos. Quem não é otário sabe disso. O Lance da banda foi um desentendimento com o empresário PIPO e o Chorão comprou a dele. Então eu, o Marcão e o Pelado fomos cada um para um lado. Tem coisas aí que não podem ser abertas pq são particulares e prefiro nem falar. Neguinho aí até parou de tocar pq ficou abalado com a situação, não acreditou. Na boa, eu não quero ficar falando mal do cara [Chorão], jogando bomba, quero mais que ele fique bem rico, bem milionário e me esqueça. Esqueça a gente. Tem uma parte que não pode ser falada. Todo mundo gostaria de saber, mas a gente tem um acordo.

- O Chorão, em seu site oficial, alega ser fundador, líder e compositor da banda. Isso é verdade?
Mentira. Tínhamos uma banda antes, chamada What’s Up, de covers de Beastie Boys, Suicidal Tendencies... Isso foi em 91,92, época em que a gente se conheceu. Eu fundei a banda junto com o Chorão. Sou fundador da Banda, mas se ele quer falar que foi ele, foda-se – foi ele, então.

- Vc tinha idéias próprias que não podia colocar no CB e agora vai viabilizar?
Esse trabalho [a nova Banda Revolucionnários] reflete isso mesmo: o que não podia fazer dentro da banda agora vou colocar para fora. Eu sempre me senti limitado no CB. Eu podia ir até um certo ponto, não além dele. Isso acontecia por uma série de imposições do Chorão. Ele é um cara difícil de trabalhar, não dá espaço. Agora eu vou fazer o que realmente quero.

Continua - Revista Jovem Pan #15

 

- Por enquanto, a banda nova do Chorão ainda toca composições de vcs...
Desejo sorte para os caras. Pe eles estão ao tocando nosso repertório, gozando com a nossa p*, em português claro. Mas eu quero ver o próximo trampo. Isso vai definir quem é o q. Eu não tenho medo, sou músico da noite faz mó data. Meu ponto forte é a criação mesmo eu vou poder mostrar para todo mundo que quiser ouvir e se interessar. Eu também fui uma personalidade forte do CB e isso ninguém vai tirar. Ele falou no Faustão que faz 100% de tudo. Isso é desrespeito com o Marcão, comigo e Pelado. Ele nunca tocou baixo, bateria, porra nenhuma. O que ele fazia era dar as idéias de boca e de gente desenvolvia. Em função disso, me sinto na obrigação de lançar um puta trabalho. Virar uma competição saudável. Quem faz a melhor música? O Melhor trampo? Eu vou tentar o melhor. Acho que não tem de ficar falando e sim provar.


- Vc e o Chorão era amigos da banda?
Eu considerava o Chorão como um pai. Só que esse pai morreu, agora estou órfão. Estou muito triste com tudo o que houve, foi uma puta sacanagem que rolou e que eu nunca vou esquecer Isso vai junto comigo no sepultamento. Volto a falar que eu quero que o cara se deu bem e fique muito rico e milionário. Eu quero que ele passe de limusine mais cara do mundo para ver se ele é feliz. Pq, com tudo que a gente fez, ele não é feliz. Até em função disso cada um foi para o seu lado.

- Como era a convivência da banda?
Era bem monótona, cada um fica no seu canto. Era um clima meio pesado, por isso cada um preferia ficar no seu quarto a trocar a idéia. O engraçado é que a gente passava uma imagem de que tinha união, de que éramos como uma família, só que no cotidiano era muito individual, cada um na sua. Uma coisa muito conservadora até para uma banda de rock.

 

- Mas vcs sempre falavam que eram uma família, A Família CBJR...
É vc fala a vida inteira que CB é família e agora o cara vem dizer que é 100% CB é ele. Para um fã é esquisito ouvir isso. Acho que pensam que o cara não falou a verdade. Dá para ver bem nas mensagens que os fãs deixam no Orkut, têm muitos revoltados aí. Tem uma comunidade
Eu era fã do CBJr
que é grande. Impressionante. Eu vou ali para ver que os fãs estão falando e me surpreendo cada vez que vejo que a galera realmente está apoiando a gente.

- Como estão Marcão e Pelado?
Nesse trabalho, o Marcão e o Pelado não participam pq eles decidiram dar um tempo. O Marcão está estudando mais guitarra, um lance novo. O Pelado pediu um tempo pq ficou sem condições de fazer algo novo para se para se recuperar desse trauma que foi a separação.

 Continua - Revista Jovem Pan #15 

 

Champignon agiu rápido e já formou a banda REVOLUCIONNÁRIOS, em abril.

Além
dele nos vocais e no baixo, também tocam Nando Martins(guitarra), André Fonseca (guitarrista), Diego Righi (percussão) e Pablo Silva (bateria). A banda já tem 20 composições, mas vem se concentrando mais em oito delas .

"O som é basicamente Rock. Tem hardcore, um pouco de punk. E a banda trata de questões políticas, sociais, humanas, positivas e um pouco do cotidiano. Muitas mensagens. Quero tentar fazer essa moleca absorver uma coisa legal", promete Champignon, que pretende lançar o 1° cd em março de 2006.

Flog Oficial Revolucionnários:

 

Champignon/Revolucionnarios
um “case” de sucesso


Apesar da pouca idade, o jovem musico Champignon é dono de uma carreira de absoluto sucesso. Começou a tocar aos 12 anos e hoje com apenas 26 anos de idade ja coleciona importantes premios como instrumentista. Comandou por doze anos o contrabaixo da banda “Charlie Brown Jr.” e atualmente é reconhecido como um dos maiores baixistas de rock do mundo(Revista Bass Player-USA /abril/05).

Considerado o maior e mais importante grupo de rock da atualidade, o “Charlie Brown Jr”, fundado por Champignon e Chorão em 1992, gravou oito CDs e tres DVDs , atingindo a marca aproximada de 5.000.000 de copias vendidas, garantindo por varios anos consecutivos os principais premios da VMB/MTV, 89FM e Multishow, entre eles: Melhor Música Nacional - Melhor Show Nacional - Melhor Banda Nacional - Melhor Cd Nacional - Melhor Baixista Nacional, Melhor Vocalista Nacional - Melhor Guitarrista Nacional - Melhor Baterista Nacional - Melhor Produtor Nacional - Melhor Cabelo e Barba - Melhor Tatuagem - Melhor Capa de CD, alem do Troféu Os Brutos Também Amam, o que faz deles a banda mais premiada da historia do rock brasileiro.

Tantos premios e discos vendidos resultaram em numeros igualmente impressionantes. Aproximadamente 7.000.000 de pessoas assistiram às quase 1000 apresentações ao vivo(Shows) realizadas em sete anos de intenço trabalho, incluindo uma tournet internacional pela Europa, Asia e America do Norte.

Hoje, já bastante conhecido no meio musical, Champignon apresenta sua nova banda: “Revolucionnarios”, composta por: Pablo Silva, baterista vindo de uma familia de grandes musicos como Nene, Robertinho Silva, Aleuda e Luiz Felipe Gama, trazendo em sua bagagem trabalhos com Airto Moreira e Flora Purin, Elza Soares, Tin Maia, Farofa Carioca, entre outros. Na guitarra temos Nando Martins que alem das cordas domina tambem pinceis e cores e vem garantindo ja ha algum tempo o seu respeito como artista plastico nas tão concorridas galerias europeis e norteamericanas, ao seu lado na outra guitarra, Andre Fonseca ex-PatifeBand e Hokoto, com passagens pelo Ira e Titans. O tempero brasileiro vem das mãos de Diego Righi, jovem percussionista que ja tocou com Fritz e o Trio Mocoto. A voz , o beatbox e o baixo ficam certamente por conta de Champignon. A banda acredita na mudança de postura e na revolução da consciencia intima sem perder a noção da realidade. “Melhor do que reclamar das diferenças sociais, seria compreendê-las e transformá-las” é o que sugere a letra de uma das musicas. Os Revolucionnarios misturam o peso do HardCore com a metrica do HipHop e o Swing do Reggae sem perder a sinceridade e a sintonia com as ruas, os jovens e o cotidiano social.

Contando com sete comunidades virtuais na internet(orkut) frequentadas por cerca de 4000 pessoas (antigos admiradores dos tempos de Charlie Brown), Champignon e os Revolucionnarios começam sua nova carreira já com o pé direito, gracas ao apoio de uma legiao de fãs presente nos quatro cantos do mundo, anciosos por suas novas canções, suas explosivas linhas de baixo e seu ja aclamado beatbox.

Agora é so esperar pra ver…

 

http://www.fotolog.net/_revolucionarios

Revista MTV #49

 



"Depois do Charlie Brown Jr., vou continuar escrevendo a minha história da melhor forma possível", disse o baixista Champignon. Ele está superempolgado com a sua banda nova, REVOLUCIONNÁRIOS, que tem ele no vocal e no baixo, Pablo Silva (filho do grande Robertinho Silva) na bateria, Fernando Guitar e André Fonseca (ex-Okotô) nas guitarras, e o amigo Diego Righi, de Santos, na percussão. O som mistura hardcore com rap e até um pouco de reggae. Segundo Champignon, é bem diferente de sua antiga banda. "Agora tenho uma liberdade real para fazer o som que eu quero." Ele promete shows para o segundo semestre e disco para março de 2006.

capricho

Rádio Rock:

 

Exclusivo: Champignon fala de sua saída do Charlie Brown Jr.

 [13/06/2005]

 

Na semana passada, o Champignon, ex-Charlie Brown Jr., esteve na 89 – A Rádio Rock de São paulo para pegar seu troféu Rádio Robk Melhor Baixista de 2004. E numa entrevista à repórter Luciana Curiati, ele disse que nem tem muito o que ficar falando sobre sua saída do Charlie Brown... Segundo Champignon, quem acompanhou tudo de eprto pode tirar suas próprias conclusões, já que saíram 3 e ficou apenas 1 na banda.

 

Agora Champignon está com uma nova banda, chamada Revolucionnários, e eestá produzindo seu CD de estréia enquanto prepara uma demo para tentar um contrato com uma gravadora. Além de ser baixista ele virou vocal, e diz que seus sons falam de política, religião, questões sociais e coisas do cotidiano, mas sempre por um lado positivo.

Para ele quando um pessoa tem um discurso que vai para o lado da bandidagem, acaba colaborando para que isso aumente. Então, o que ele pretende mostrar com o seu trabalho é que existe uma saída, e que os problemas têm solução. Quanto ao estilo do som, Champignon diz que junta hardcore com hip-hop, beat box no baixo e no vocal, e toda a sua personalidade.

O Cd de estréia do Revolucionnários, a nova banda do Champignon, deve sair até o final do ano.

 

http://www.89fm.com.br/notas/?13604

Rádio Rock:

 

Champignon, ex- Charlie Brown Jr., forma nova banda!

[20/05/2005]

 

Como vc está ligado, o Charlie Brown Jr sofreu um racha neste ano: Champignon, marcão e Pelado saíram, e o Chorão reformou a banda e manteve o nome. E agora, o ex- baixista reapareceu com seu novo projeto.

 

Champignon formou uma banda chamada Os Revolucionnários, e vai apresentar o monte de músicas que tinha escrito e gravado nos últimos 3 anos.

Além de tocar baixo, ele também vai cantar, e chegou a convidar o Marcão e o Pelado para esse projeto, mas os caras preferiram dar um tempo. Então, para fechar a banda, o Champignon convocou um baterista carioca chamado Pablo e o André, que era do Ôkoto pra ser o guitarrista.

Os revolucionnários devem lançar um CD já no ano que vem. Quantoa  Chorão, Champignon diz que eles não se falam mais, e ele nem pretende...

 

http://www.89fm.com.br/notas/?13502

Site Folha On Line:

 

HIPERSÔNICAS

O SHOW DEVE CONTINUAR
Depois do racha no Charlie Brown Jr., que no mês passado perdeu de uma só vez baixista, baterista e guitarrista, Champignon (baixo) já começou a botar ordem na casa. Na sua, pelo menos. Juntando vontade de tocar, de compor e "umas 30 faixas perdidas" compostas e gravadas nos últimos três anos em seu apartamento em Santos, o músico vem ensaiando há cerca de um mês um novo projeto, o Revolucionários, no qual segue no baixo e canta. "Para mim, vocal é uma coisa nova. Ainda estou me adaptando. O que posso dizer é que as letras serão positivas e que só têm a somar", adianta ele, avisando que vai lançar disco só no ano que vem. "Já ouvi interesse de algumas gravadoras, mas não acertei com ninguém. Estou mais preocupado em fazer o som. Uma coisa é gravar uma demo, outra, bem mais difícil, é fazer ao vivo." A banda é formada por amigos de Champignon, entre eles o baterista carioca Pablo e o ex-Okotô André, na guitarra. Champignon diz que os ex-Charlie Brown Marcos e Pelado foram convidados, mas preferiram "dar um tempo". De Chorão, não quer nem ouvir o nome: "A gente não se fala mais. Nem pretendo". (DIEGO ASSIS)



http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2005200529.htm

Site IG:

 

O baixista Champignon, ex-integrante do Charlie Brown Jr., mostrou em declarações ao jornal Folha de S. Paulo que a sua saída da banda (na qual só permaneceu o vocalista Chorão).
Sobre Chorão, ele foi enfático: “A gente não se fala mais. Nem pretendo”.
Com a sua saída da popular banda, ele começa agora a tocar um novo projeto, chamado Revolucionários, no qual além de baixista ele é vocalista: “O vocal é uma coisa nova e estou me adaptando”.
Ele adiantou que as letras serão “positivas e só têm a somar” – o que seria bem diferente da tradição do Charlie Brown.
Champignon revelou que há interesse de algumas gravadoras, mas que ele ainda não acertou nada. Além disso, o disco seria só para 2006.

oie
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BRASIL, Sudeste, SANTOS, Mulher, de 20 a 25 anos
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